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Artigos - Advogados da Kniss & Lorenski comentam sobre a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos
 
Eleições Americanas, Economia, Mercado Internacional, Tributação
Advogados da Kniss & Lorenski comentam sobre a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos
Contrariando todas as pesquisas eleitorais nos Estados Unidos, que apontavam o favoritismo, ainda que apertado, da candidata Hillary Clinton na corrida pela presidência dos Estados Unidos da América, Donald Trump, do Partido Republicano, venceu a representante do Partido Democrata. Com 276 votos eleitorais, contra 218 de Clinton, Trump recebeu 47,68% dos votos, o correspondente a 58.599.774 votos, contra 47,51%, que corresponde a 58.390.456 de votos, da democrata. A eleição foi a mais apertada desde 2000, quando, apesar de ter recebido menos votos da população, o republicano George W. Bush venceu Al Gore com 271 votos dos colégios eleitorais, contra 266 do democrata.

A reação política mundial foi mista. Políticos de situação e oposição e representantes de extrema-direita consideraram positiva a eleição do republicano nos Estados Unidos. Entre as declarações mais destacáveis encontra-se a de Vladimir Putin, que espera que, com a escolha dos americanos, abra-se espaço para maior aproximação entre a nação norteamericana e a Rússia. A relação de ambos os países, tanto entre seus governantes quanto entre seus povos, é instável desde o período da Guerra Fria.

A respeito dos reflexos no mercado mundial, os advogados do escritório Kniss & Lorenski Advogados se manifestaram. Segundo o advogado Matheus Kniss Pereira, sócio-sênior, a eleição de Donald Trump pode ter efeitos ao mesmo tempo semelhantes e díspares. "Donald Trump tem inclinação de extrema-direita, algo que fez questão de deixar claro ao longo da sua campanha. Existe, no entanto, uma certa preocupação do mercado com a possibilidade de Trump acabar por tomar medidas que favoreçam o protecionismo econômico, sem falar no receio que a rede comercial internacional tem com relação à sua instabilidade emocional", diz. "Eventualmente, Trump pode flexibilizar acordos internacionais firmados pelos EUA ao sabor da oscilação do seu humor, o que, verdadeiramente, lança certa sombra de incertezas sobre o mercado mundial", finaliza.

O advogado Willian Lorenski, também sócio-sênior, expõe, ainda, outro aspecto relevante da eleição do republicano. "Existe uma preocupação interna nos Estados Unidos no que se refere às promessas de campanha de Trump", comenta. "Alguns estrategistas de mercado dos EUA acreditam que certas medidas, como o arrocho tributário, têm grandes chances de levar os Estados Unidos a uma crise econômica a longo prazo".

Matheus Kniss Pereira expõe, ainda, que alguns pontos do discurso eleitoral de Trump podem criar receios em outros segmentos da comunidade internacional. "Donald Trump levantou, em diversos casos, uma bandeira de combate à imigração, que restringiu à imigração ilegal em determinados momentos, mas, em tantos outros, não fez questão de diferenciar". Willian Lorenski complementa: "Em certas ocasiões, Trump prometeu impedir a entrada de muçulmanos do território americano. Em outras palavras, o presidente eleito costumou posicionar no mesmo lugar comum a religião islâmica e a atuação do Estado Islâmico ou da parcela radical que se destaca dessa comunidade. A bem da verdade, essa é uma decisão sistematicamente preocupante. A religião muçulmana e o Estado Islâmico não são a mesma coisa. É necessário saber diferenciá-los", diz.

A respeito da campanha, os advogados também opinaram. "Muito semelhante à troca de acusações que aconteceu no Brasil em 2014, o período eleitoral americano, neste ano, não é um exemplo para nação alguma do globo", diz Matheus Kniss Pereira. "Em diversos momentos, Hillary Clinton e Donald Trump optaram mais por manchar a trajetória um do outro, ou expor problemas pessoais que pudessem ter, do que por apresentar suas reais intenções de melhora dos Estados Unidos", complementa. "O negativismo político praticado nas últimas eleições nos arredores do planeta é preocupante, porque distancia a população do interesse político genuíno", comenta Willian Lorenski. "Para a população, mais interessante do que saber se há escândalo pelo uso de e-mails governamentais para outros fins ou se um dos candidatos está há 20 anos sem recolher imposto de renda, é saber o que cada qual dos concorrentes tem de novidades para alavancar a economia e a sociedade do país onde concorrem", completa.
 
 
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